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SINCERIDADE PROFISSIONAL!!!

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(Desde 2004)


Sincero sem causa

Profissionais sentem receio de dizer o que pensam no trabalho. Até que ponto é possível falar com franqueza sem prejudicar a carreira?

A sinceridade vai virando assunto de conversa na pausa para o almoço conforme uma geração mais jovem, e desbocada, passa a participar mais ativamente do cotidiano da empresa. À medida que a organização rejuvenesce, alguns rituais corporativos estão sendo questionados e a cerimônia com a hierarquia vem perdendo sentido. Profissionais mais jovens têm a tendência de agir e falar sem papas na língua, sem dar tanta importância para o efeito das próprias palavras.

“O problema é que são poucos os ambientes que aceitam esse tipo de conduta”, diz Marcus soares, especialista em psicologia organizacional e professor do Insper, faculdade de Economia e Administração de São Paulo. Obviamente, nem todo jovem é sincero demais e a questão sempre esteve presente no mundo corporativo. Mas as pessoas não lidam bem com isso e, toda vez que uma grande verdade é falada, pode-se prever confusão na área. A consequência para o sincero sem causa, antes da demissão, pode ser o rótulo de chato, sem noção ou excessivamente crítico — e isso pode prejudicar a carreira.

“O profissional que regula mal a opinião vai começar a ser isolado e pode ser preterido, principalmente para vagas em cargos de liderança, que exigem um filtro mais rigoroso”, diz Danilo Afonso, gerente de Projetos e Marketing do Instituto de Organização Racional do Trabalho (Idort). Às vezes, as consequências negativas podem demorar a surgir. É o caso de Kleber Eduardo Bottari, de 36 anos, supervisor de call center da Sitel. 

Quando era analista, ficou conhecido como casca-grossa, por dizer o que pensava a seu supervisor. A opinião forte, num primeiro momento, até o ajudou a ser promovido ao nível hierárquico atual. no entanto, após oito meses no cargo, Kleber tentou ser promovido à função de coordenador e recebeu um feedback desagradável. “Falaram que eu era pouco político e até um pouco ríspido”, diz.

VIDA PESSOAL
Dentro do assunto sinceridade, outro deslize bastante comum na empresa é falar mais do que o necessário sobre a vida particular. embora seja possível desenvolver laços de amizade com colegas de trabalho, isso não é a regra. a maioria das pessoas convive diariamente com colegas com quem tem uma intimidade apenas parcial, por isso abrir assuntos pessoais muito delicados pode ser bastante constrangedor. 

“O ambiente de trabalho não é propício para falar sobre sua vida”, diz José Augusto Figueiredo, da consultoria de recolocação lhh/dBM. Falar muito de si também favorece a criação de rótulos e dá abertura para comentários negativos, que podem prejudicar o crescimento. Isso não significa que o melhor caminho é isolar-se dos colegas, mas ficar atento para preservar a própria intimidade. “No ambiente de trabalho existem pessoas que você não escolheu para conviver, mas os relacionamentos interpessoais são importantes e devem ser cultivados”, diz Sâmia Aguiar Brandão simurro, vice-presidente de Projetos e Expansão da associação Brasileira de Qualidade de vida (aBQv).

         “Sei meus limites e não me exponho a ponto de me prejudicar”, diz luciana rocha, de 35 anos, gerente administrativa e de suprimentos da OtZ engenharia. Por outro lado, ter consciência de qual dose de sinceridade cada situação exige pode ser bastante benéfico. A sinceridade saudável depende de três vetores, segundo José Augusto. “O que, quando e como”, diz ele. O “o que” está ligado ao conteú- do do que vai ser dito. É possível dizer tudo o que pensa se esse tudo estiver relacionado ao seu trabalho ou ao da equipe, como algum processo que você considera equivocado. Fofocas e intrigas só prejudicam. 

O “quando” está relacionado ao momento em que sua opinião será dita. Interromper reuniões de minuto em minuto só para dizer o que pensa o fará se passar por inconveniente. Se o que for dizer for importante e está comprometendo seus resultados, agende hora e local. O “como” se refere à maneira como você passa a mensagem. evite ironias, subjetivi- dades, tons agressivos e atenha-se a fatos. Deixe reclamações, intrigas e fofocas para os amigos. Fazendo isso, sua interlocução com pares e subordinados vai melhorar.

LIONEL MESSI - UM EXEMPLO DE PROFISSIONAL

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Lionel Messi, um exemplo de profissional

Lionel Andrés Messi, argentino, canhoto, 1,69m e, apesar de ter apenas 25 anos, já foi considerado o melhor do mundo em sua profissão quatro vezes consecutivas. A última foi essa semana: fruto de seus resultados em 2012.
Para quem não sabe, Messi é jogador de futebol. Em 2012, quebrou vários recordes, um deles foi o de maior quantidade de gols em uma temporada. Mas não é sobre estatísticas futebolísticas que iremos discorrer aqui.
Em um exercício de observação e reflexão, o que podemos aprender com o melhor jogador do mundo que possa nos ajudar a atingir a excelência em nossa profissão e vida pessoal?
Vejamos alguns pontos:

- Humildade: uma das principais características do jogador, além do talento com a bola, é claro. Em entrevistas com seus companheiros de equipe e com pessoas que convivem com ele, frequentemente destacam isso no jogador. Para ser o melhor, é fundamental ter humildade. Com a humildade, sempre estaremos dispostos a aprender mais e a ouvir nossos colegas de trabalho.

- Disciplina e foco: um atleta deve ter bastante cuidado para manter sua alimentação e condicionamento físico. O seu corpo é a sua ferramenta de trabalho. Diferentemente de vários outros jogadores, não se ouve que Messi estava em baladas ou faltou treinamentos. Ou seja, ele é disciplinado e focado em estar 100% para o seu trabalho. Uma lição importante para nós. Se quisermos alcançar a excelência, devemos dar o máximo que podemos.

- Superação e família: quando criança, Messi tinha um problema de desenvolvimento ósseo que lhe rendeu um prognóstico de que teria 1,50m de altura quando chegasse à fase adulta. Graças ao apoio familiar e sua habilidade, ele conseguiu que seu atual clube financiasse o seu tratamento. Segundo o Leonardo Faccio, que escreveu uma biografia sobre o jogador, quando Messi começou a sua carreira, ele não apenas lutava para ser um jogador de futebol, mas pela sua própria saúde.

É preciso dar atenção àqueles que nos cercam.  A nossa família é a base para que possamos crescer de forma segura, tanto profissionalmente como pessoalmente. E família não é definida apenas por parentescos, mas sim pela cumplicidade, apoio, sinceridade e amor daqueles que nos cercam. Existem várias pessoas que se tornam a sua família ao decorrer de sua vida. Valorize-as sempre que puder!

Quando perguntaram como Lionel Messi comemoraria mais essa conquista, ele respondeu: “Como sempre, com a família.”.

Fonte: IBC - Instituto Brasileiro de Coaching.

CUIDADO COM AGÊNCIAS DE EMPREGO FALSA EM NATAL!!!

Fazer cadastro em agência sem CNPJ é jogar seu dinheiro no LIXO!!!


SE A EMPRESA NEGAR O RECIBO OU O CONTRATO ELA ESTA ESCONDENDO ALGO... COM CERTEZA ELA É ERRADA.
EXIJA SEUS DIREITOS!!!


CUIDADO!!! CUIDADO!!! CUIDADO!!! CUIDADO!!!

A Mult Consultoria em RH preocupada em manter o nome do seguimento RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL com uma boa impressão pela população local, lança uma campanha de conscientização da população em relação às agências de empregos que prestam serviços em Natal RN.

Todos os candidatos precisam tomar alguns cuidados ao procurar AGÊNCIAS DE EMPREGOS para cadastrar o seu currículo para possíveis entrevistas de emprego no mercado de trabalho, pois atualmente em Natal algumas pessoas abrem escritórios e ficam mudando NOME, ENDEREÇO e FUNCIONÁRIOS lesando os candidatos que estão a procura de emprego, sem contar com o número absurdo de empresas que abrem e fecham todos os meses aqui em Natal.

Citamos alguns cuidados:
  • Solicitar da empresa o número do CNPJ para comprovar que a agência realmente é uma empresa legal e ou simplesmente um oportunista.
  • Analisar há quantos anos aquela agência de empregos esta no mercado do trabalho.
  • Quais são os seus clientes (Empresas) que usam o seu Banco de Dados para contratações.
  • Se a consultoria da uma via do CONTRATO ou RECIBO assegurando o serviço oferecido.
  • Desconfiar de algumas propostas inusitadas. ( Emprego é fácil!!!  Essa vaga é sua!!! O emprego é garantido!!! Você é o melhor candidato).
  • Analisar se a agência de empregos é de Natal ou se é de outro estado. (Algumas agências abrem filiais em vários estados e fecham em curto espaço de tempo).
  • Analisar a estrutura física do escritório e a filosofia de trabalho da agência.
  • Ter cuidado com agências que mudam de nome e endereço todos os meses.
Nenhuma empresa de Recrutamento e Seleção de Pessoal pode garantir VAGA DE EMPREGO para os seus candidatos, pois o responsável final pela contratação é o (Empresário, Gerente, Supervisor) da empresa que fez a solicitação do serviço para a consultoria.

Sendo assim, você evita entrar no conto do vigário, da proposta irrecusável e não perde tempo e nem dinheiro.

NÃO FAÇA CADASTRO EM AGÊNCIA DE EMPREGO FANTASMA!!!
(EXIJA O CNPJ DA EMPRESA)
AGÊNCIA CERTA TEM (CNPJ) REGISTRADO.

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LIÇÕES DE OSCAR NIEMEYER PARA A ÁREA DE RH


Oscar Niemeyer morreu longevo, prestes a completar 105 anos. Seu trabalho o tornou no arquiteto de maior destaque no Brasil e um dos maiores do mundo. Ele tinha a mania de transformar concreto em obra de arte. Incorporou uma preocupação artística à construção civil. Sua arquitetura abolia os ângulos retos em benefício de curvas livres. Dentre as inúmeras obras, se destaca a cidade de Brasília (capital do Brasil).

Niemeyer, junto com Lúcio Costa, integrou à vegetação do cerrado uma das preciosidades da arquitetura mundial e deu a capital uma identidade escultural. Com uma visão própria, o excepcional arquiteto proporcionou harmonia ao complexo arquitetônico de Brasília - ainda que parte dos políticos que lá atuam, comumente rompe com tal disposição.

Niemeyer foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas, evitava as soluções usuais e buscava alternativas ousadas para os seus projetos, assim abriu caminho para a evolução da arquitetura brasileira. Ele "pensou fora da caixa" no sentido de que sua habilidade e sua competência foram marcadas pelo abuso de curvas em detrimento das linhas e ângulos retos. Dizia ele: "Não é o ângulo reto que me atrai. Nem a linha reta, dura, inflexível criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo".

A expressão "pensar fora da caixa" por si só nos remete a ideia de ser criativo, de ir além, de pensar diferente, de romper com o habitual e buscar novas possibilidades.
 
A busca por profissionais capazes de "pensar fora da caixa" tem se tornado um requisito necessário para as organizações. "Pensar fora da caixa" é exercer a criatividade, esta é e será uma das competências mais valorizadas pelas empresas na hora de contratar profissionais.

Segundo Dewit Jones, fotógrafo da revista National Geographic, "a criatividade consiste em olhar para o ordinário e ver o extraordinário", ou seja, ver o comum e perceber aspectos incomuns. Se a criatividade é uma questão de perspectiva, certamente Niemeyer soube usar a lente certa para ter a visão que teve.

Ser criativo ou "pensar fora da caixa" não se dá necessariamente no desenvolvimento ou na criação de um novo produto, mas tem a ver também com os processos e a maneira de se fazer as coisas. Por exemplo: o profissional que questiona como desempenhar as suas atribuições de uma maneira mais prática, as respostas procedentes de tal questionamento é o que podemos chamar de criatividade. Independente da área de atuação, o profissional que ganha espaço é aquele que abre espaço para a criatividade.

Abrir espaço para o "absurdo" é permitir que as ideias alcancem o nível de uma proposta factível. Niemeyer agiu assim e se manteve fiel às suas convicções profissionais. Ele apontou uma nova possibilidade e trouxe à baila uma forma diferente de fazer, ele criou e inovou.
 
"Pensar fora da caixa" e agir com criatividade é experimentar novos métodos. A tradição impunha a linha reta como ponto de partida, mas as curvas sempre foram o ponto de partida para Oscar Niemeyer.

 Fonte: Rh.com.br

CUIDADO COM AGÊNCIA DE EMPREGOS FALSA EM NATAL!!!

ATENÇÃO:

Pessoal exijam RECIBO ou CONTRATO com o CNPJ das Agências de emprego que vocês fizerem o cadastro para garantir a prestação dos serviços e os seus direitos.

Agência CERTA tem CNPJ.
Fazer cadastro em agência sem CNPJ é jogar seu dinheiro no LIXO!!!
SE A EMPRESA NEGAR O RECIBO OU O CONTRATO ELA ESTA ESCONDENDO ALGO... COM CERTEZA ELA É ERRADA.
EXIJA SEUS DIREITOS!!!
CUIDADO!!! CUIDADO!!! CUIDADO!!! CUIDADO!!!

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Citamos alguns cuidados:
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  • Analisar há quantos anos aquela agência de empregos esta no mercado do trabalho.
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  • Se a consultoria da uma via do CONTRATO ou RECIBO assegurando o serviço oferecido.
  • Desconfiar de algumas propostas inusitadas. ( Emprego é fácil!!!  Essa vaga é sua!!! O emprego é garantido!!! Você é o melhor candidato).
  • Analisar se a agência de empregos é de Natal ou se é de outro estado. (Algumas agências abrem filiais em vários estados e fecham em curto espaço de tempo).
  • Analisar a estrutura física do escritório e a filosofia de trabalho da agência.
  • Ter cuidado com agências que mudam de nome e endereço todos os meses.
Nenhuma empresa de Recrutamento e Seleção de Pessoal pode garantir VAGA DE EMPREGO para os seus candidatos, pois o responsável final pela contratação é o (Empresário, Gerente, Supervisor) da empresa que fez a solicitação do serviço para a consultoria.

Sendo assim, você evita entrar no conto do vigário, da proposta irrecusável e não perde tempo e nem dinheiro.

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50 PERGUNTAS E RESPOSTAS PARA SE PREPARAR PARA AS ENTREVISTAS DE EMPREGO!!!


1. Fale-me sobre você:

Esta será talvez a pergunta mais frequente numa entrevista de emprego. Precisará de trazer na sua mente uma resposta breve mais ou menos memorizada, mas procure não deixar transparecer que trazia a resposta preparada, já que isso dará de si uma imagem de fraca espontaneidade. Evite mencionar interesses ou atividades que não se refiram diretamente à sua atividade laboral e aborde-os apenas se estes lhe forem especificamente apresentados. Descreva aqui que já realizou na sua vida profissional, focando particularmente naquilo que se relaciona com a vaga a que está a responder. Comece no passado e prossiga a sua breve descrição até ao presente.


2. Porque deixou o seu último emprego?

Seja lá quais foram as circunstâncias, mantenha sempre um toque positivo. Nunca, mas nunca mesmo, mencione problemas graves na sua organização anterior e jamais, mais jamais mesmo, mencione conflitos com os seus superiores ou colaterais. Se o fizer, perderá o emprego com toda a certeza. Diga que saiu por uma qualquer razão positiva, como a procura de uma nova oportunidade profissional.


3. Que experiência tem neste campo?

Seja específico a temas que se referem à posição que está na mesa. Se não tiver experiência específica, tente aproximar-se o mais possível. Evite todos os temas que não têm diretamente nada a ver com o campo para que está a concorrer.


4. Considera-se um homem/mulher de sucesso?

Tem que responder obrigatoriamente que sim e explicar sumariamente porque pensa dessa forma, listando os objetivos que traçou para si próprio no passado e a forma como os alcançou e como espera alcançar os restantes num futuro próximo.


5. O que pensam os seus colegas de si?

Leve mentalmente consigo uma ou duas frases citadas de um dos seus colaboradores, colaterais ou superiores. Se não se lembrar de nada diga “O Joaquim diz sempre que eu sou o trabalhador mais eficiente e persistente que já conheceu”.


6. O que conhece sobre esta organização?

É imperativo que investigue a organização antes da entrevista. Tente conhecer tudo sobre a organização, quais são os seus planos de expansão, a sua solidez económica, etc.


7. O que fez para melhorar os seus conhecimentos técnicos no último ano?

Mencione todas as atividades de melhoria da sua performance nas últimas funções, desde aquelas que foram financiadas pela anterior organização até aquelas que eventualmente pagou do seu próprio bolso.


8. Está a concorrer também a responder a ouras ofertas de emprego?

Seja sincero, mas limite ao mínimo as suas respostas já que o importa é manter o foco no emprego sobre a mesa, não nenhum dos outros.


9. Porque é que quer trabalhar nesta organização?

Esta poderá ser a sua resposta mais importante. Baseie-se na pesquisa que fez sobre a organização. Seja absolutamente sincero, já que qualquer falsidade poderá determinar a sua eliminação.


10. Conhece alguém que trabalha para nós?

Esta pergunta pode ser fatal… há organizações que não contratam familiares e mencione apenas amigos se este estiver previamente avisado e fôr de absoluta confiança… não seria o primeiro a ser enganado por falso amigo que quando questionado sobre nós nos dá uma imagem oposta ao esperado e profundamente negativa.


11. Qual é salário que espera poder obter?

Uma pergunta de resposta delicada… cuidado se responder primeiro, razão pela qual o mais avisado será evitar responder e se perguntar algo do género: “diga-me qual é tipo de salário que está aqui em questão”? Alguns entrevistadores responderão, outros não… praticamente nenhuns o levarão a mal por ter fugido à resposta. Se contudo, achar que tem mesmo que responder, dê um valor tão vago e impreciso quanto o possível.


12. Como se dá com o trabalho em equipa?

Não terá outra opção além de dizer que sim, que se dá muito bem e que gosta mesmo muito, muito. Tenha exemplos à mão, prontos a citar e quanto mais recentes melhor. Exemplifique com casos em sacrificou o seu próprio bem estar ou a sua glória pessoal em nome do desempenho da equipa. Nunca se vanglorie, mas procure manter-se no domínio dos factos, tanto quanto o possível.


13. Durante quanto tempo espera trabalhar para nós?

Não seja muito específico. Diga algo vago como “durante muito tempo” ou “enquanto acharem que estou a fazer um bom trabalho”.


14. Já teve que despedir alguém? O que sentiu então?

Outra questão em que a qualidade da resposta é vital… Nunca deixe transparecer que gostou de o fazer, mesmo se essa pessoa mereceu tal despedimento. Mencione que teve que fazer aquilo que tinha que ser feito, e pronto. Diga que quando se trata de defender a organização ou o indivíduo tem sempre que optar pela primeira.


15. Qual é a sua filosofia quanto ao Trabalho?

Nem pense em alongar-se longamente sobre este tema… Diga o que pensa dos trabalhos que têm que ser feitos, e daqueles que são especialmente urgentes e do quanto pretende sacrificar para os cumprir. Seja positivo, mostrando um foco especial nos benefícios para a organização.


16. Se tivesse hoje dinheiro suficiente para se reformar, fá-lo-ía?

Não. É claro que tem que dizer que não… diga que prefere trabalhar a estar reformado…


17. Já alguma vez lhe pediram para deixar uma função?

Se sim, seja honesto… mas com brevidade e sempre sem dizer nada de negativo sobre a circunstância em que isso aconteceu.

18. Explique como poderia ser um ativo útil para a organização


Uma das respostas mais importantes de toda a entrevista é esta… Use-a para destacar os seus pontos mais positivos, especialmente aqueles que mais se relacionam com a oportunidade sobre a mesa.

19. Porque é que deveríamos contratar?

Sublinhe em que medida é que as suas capacidades correspondem às necessidades da organização. Nunca mencione que é melhor do que qualquer outro concorrente, nem sequer no abstrato.

20. Conte-me uma sugestão recente que tenha feito no seu último emprego

Vá para a entrevista com uma destas sugestões já preparada. Esta deverá ser uma que foi aceite (de forma a manter o tom positivo) e que tenha tido uma aplicação bem sucedida. Idealmente, deverá ser diretamente aplicável no tipo de funções a que está agora a concorrer.

21. O que o irrita mais nos seus colaterais?

Não lhe cheira a armadilha? Se não devia, porque é exatamente disso que aqui se trata… Simule que está a pensar em alguma coisa e depois diga que não lhe ocorre nada neles que o irrite e que o seu relacionamento com eles é tão bom que não lhe acorre agora nada que o irrite neles.

22. Qual é a sua maior força?


Pode dar uma de várias respostas. Desde que seja um aspecto claramente positivo. As respostas mais comuns são algo do género: a sua capacidade para prioritizar a resolução de problemas ou projetos, a sua capacidade para trabalhar sobre pressão, os seus conhecimentos técnicos ou a sua capacidade de liderança.

23. Descreva aquele que seria para um “emprego de sonho”

Procure não se referir a nenhum emprego que tenha tido no passado, nem sequer aquele que está agora na mesa. Não mencione especificamente um outro trabalho que não aquele que corresponderá a esta entrevista, porque isso poderá dizer ao entrevistador que sairá na primeira oportunidade. O melhor é manter-se no campo das generalidades.

24. Porque pensa que se adaptará bem a este emprego?

Mencione as suas capacidades, experiência e motivação.

25. O que procura num trabalho?

Veja a resposta 23

26. Com que tipo de pessoa recusaria trabalhar?

Mencione deslealdade para com a organização, violência física ou verbal ou ilegalidade. Qualquer coisa menos grave do que isto deve ser omitida.

27. O que é mais importante para si; dinheiro ou trabalho?

O dinheiro é sempre importante, mas o tipo de trabalho e a satisfação que se retira dele pesa sempre mais.

28. Qual era o seu ponto forte, segundo o seu anterior superior hierárquico?

Há aqui várias respostas possíveis, como lealdade, energia, capacidade de liderança, conhecimentos técnicos, etc

29. Conte-me o maior problema que já teve com um superior hierárquico

Mais uma armadilha… A ideia é colocá-lo a falar mal do seu superior. Se cai nela, a entrevista está concluída. A solução pode ser manter-se positivo e alegar falta de memória, exatamente como fazem os políticos quando se sentem mais apertados.

30. O que é o desapontou antes num emprego?

Não seja negativo. Fale de “falta de desafios” ou se foi afastado numa qualquer reorganização ou se a empresa fechou as portas, use essa informação agora.

31. Conte qual é a sua capacidade para trabalhar sobre pressão


Diga que gosta de certos tipos de pressão. Dê exemplos que se possam relacionar com o cargo a que está a concorrer.

32. As suas capacidades são mais adequadas para este emprego ou para outro?

Provavelmente, este. Não dê pistas de que poderia quer mais outro emprego além deste.

33. O que é que o motiva a trabalhar melhor?

Depende de si… Mas pode usar chavões como Desafios, espírito d realização pessoal e organizativa, reconhecimento do bom trabalho feito. Etc

34. Está disposto a trabalhar para além do seu horário? Fazendo noites e fins de semana?

Sim, claro… Se necessário e se a organização precisar, terá que estar disposto a tudo.

35. Como vai saber se teve sucesso neste emprego?

Existem varias formas de medir o sucesso. Definindo elevados padrões de qualidade e desempenho e cumprindo-os. Mas somente o seu superior é que saberá de facto se foi ou não bem sucedido.

36. Se fosse necessário, estaria disposto a mudar de local de trabalho?

Deve ser claro e honesto. Devendo recolher junto da sua própria família a sua disponibilidade para tal mudança se lhe parecer provável que o questionem sobre tal. Nunca diga que está disposto a mudar-se e depois não o faça… Já que isso poderá determinar o fim da sua carreira.

37. Está disposto a colocar os interesses da organização acima dos seus próprios?

Esta questão pretende aferir a sua potencial lealdade. Não se alongue. Limite-se a responder que sim.

38. Descreva o seu estilo de gestão

Fuja dos chavões de gestão, porque parecem exatamente aquilo que são: ocos. Contudo, pode usar termos comuns como “progressivo”, “gerador de consensos” (como apregoa Obama) e diga que o altera de acordo com as necessidades de cada circunstância.

39. O que aprendeu de erros anteriores?

Uma armadilha, de novo… Não mencione nada de realmente grave, mas não deixe de mencionar um ou outro pequeno erro, sublinhando sempre o aspecto positivo (medidas corretivas, aprendizagem obtida, etc)

40. Tem alguns pontos fracos?

Não lhes dê pistas… Obviamente que os tem – como toda a gente – mas deixe ao seu futuro empregador a tarefa de os descobrir. Refugie-se na frase de que ninguém é bom juiz em casa próprio.

41. Se estivesse a contratar alguém para este trabalho, o que procuraria nela?

Obviamente, seja lá o que for que diga, mencione sempre características que já possua e deixe de parte todas aquelas que não tem.

42. Acha que está sobrequalificado para esta vaga?

Diga qualquer coisa menos sim. Se pensar assim, e se o confirmar dizendo, está a dizer ao seu potencial empregador que irá sair na primeira oportunidade…

43. Como se propõe compensar a sua falta de experiência?

Se tem alguma experiência relevante de que o entrevistador ainda não tem conhecimento, refira-a agora. Se não, concentre-se em confirmar o seu empenhamento e a sua capacidade de esforço.

44. Que qualidades procura num superior hierárquico?

Seja genérico e positivo. Aluda a confiança, sentido de humor (todos julgamos que o temos, especialmente os chefes) e conhecimentos.

45. Exemplifique um caso em que teve que resolver uma disputa entre colaboradores

Dê um caso concreto e aluda sobretudo à forma como resolveu o problema.

46. Que posição prefere numa equipa que esteja a trabalhar sobre um dado projeto?

Seja honesto. Indique se trabalha bem em equipa, se tem capacidades de liderança e exemplifique sumariamente com exemplos concretos.

47. Descreva a sua ética de trabalho

Mencione tudo aquilo que possa beneficiar a organização, como espírito de missão e gosto pela satisfação recolhida pela pura execução de um trabalho com qualidade e eficiência.

48. Qual foi, até hoje, o seu maior desapontamento profissional?

Diga lá o que disser, nunca pode mencionar algo que estivesse sob o seu controlo direto. Demonstre espírito de aceitação e evite negativismos.

49. Qual foi a coisa mais divertida que fez no trabalho?

Algo que contribuiu para a organização e dentro do normal prosseguimento das suas funções, naturalmente…

50. Tem alguma pergunta?

Leve sempre – mentalmente – uma lista preparada de perguntas, fruto das suas pesquisas na Internet e que tenham a ver com a forma como pode contribuir para a organização. Questione sobre os projetos que estão a decorrer e sobre aqueles que estão prestes a começar e sobre a estrutura onde se irá integrar.


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